Detergente

Quando erro, não apago com borracha! Limpo com detergente!

Mas… O QUE É O TWESTIVAL?

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Assista aqui este video que explica o que é o Twestival e o que é a Ong Charity:Water. Muito bom!!!

Escrito por Sandro Paveloski

9 09UTC Fevereiro 09UTC 2009 em 10:35 am

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BAURU vai ter o seu Twestival. Participe já!!!

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Acesse a página do Twestival em Bauru e faça sua inscrição.

Acesse a página do Twestival em Bauru e faça sua inscrição.

O Twestival é um evento mundial que acontecerá durante o dia 12 de fevereiro em mais de 170 cidades do mundo inteiro, e no Brasil nas cidades de Bauru, Belo Horizonte, Campinas, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.

O objetivo é arrecadar doações para ajudar a ONG charity:water que leva água potável para diversos países em desenvolvimento. É uma organização sem fins lucrativos e 100% do dinheiro arrecadado vai para custos diretos dos projetos, financiando soluções de água potável sustentável nas áreas de maior necessidade. Eles também trabalham para a conscientização sobre a crise de falta d’água através de eventos, exposições e outras campanhas públicas de sensibilização. Falaremos mais sobre ela depois.

Para participar é superfácil. Acesso o Site Oficial do evento em Bauru e siga as instruções. O DETERGENTE apóia (com o que pode, kkkk) o Twestival. E dia 12 estaremos lá!!!

Escrito por Sandro Paveloski

9 09UTC Fevereiro 09UTC 2009 em 9:00 am

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MANIFESTO PELO DITONGO ABERTO!

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Logo, logo, você descansará em paz, ditongo aberto!!!

Logo, logo, você descansará em paz, ditongo aberto!!!

Lembro-me que ainda criança, no ensino fundamental (que na minha época era o primário), eu tinha uma professora de Português que fazia até os mais burrinhos da classe aprenderem esta língua desgraçadamente complicada que é a nossa. A mulher dominava não só as regras, as formas, mas o jeitinho de ensinar. E quase ao mesmo tempo em que eu aprendi a colocar o grampinho na vovó e o chapeuzinho no vovô, ela já foi passando um pouco sobre acentuação e as famigeradas regras que regem a aplicação desse grampinho e do chapeuzinho. Pra mim, aquilo tudo eram palavrões, mas é incrível, eu aprendi bem o que são oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas.

Logo vieram as análises sintáticas, e mais um pouquinho de exercício aqui e ali, a língua foi mostrando suas armadilhas. Só que em meio a tantas pegadinhas e exceções, tinha uma regrinha da nossa gramática que era simpática, amiga das crianças – o DITONGO ABERTO. A gente errava tudo, tudo mesmo. Mas na prova quem salvava a galera era o ditongo aberto em eu, oi e ei. Jibóia tinha grampinho, igual da vovó, que nem era uma cobra assim. Colméia tinha o ferrãozinho da abelha, e assim a gente foi lá aprendendo os ditongos abertos. Neguinho cabeçudo escrevi passarinho com cedilha, mas na hora do ditongo aberto… “eu sei, fessora – acentua os ditongo aberto em eu, oi e ei, seguido ou não du esse”. Era a glória… Os cabeçudinhos da turma ganhavam até aplausos.

Mas aí, chegaram com uma história de que a Língua Portuguesa passaria por uma reforma. Se eu ainda fosse criança, metade da minha classe, com certeza, estaria pensando que uma velha casa, onde fica um monte de estudiosos do Português, ganharia cores novas, um telhado novo ou até um puxadinho no fundo pra caber mais gente. Mas nada, a reforma era séria, assinada por vários países, como um Tratado de Guerra. As ações do documento, devastadoras. Morreram uma série de hífens, a baixa no batalhão do trema foi ainda pior. Assassinatos em massa de acentos concluiu a carnificina. Mas como toda Guerra, dizem que foi para o bem de todos.

E como um tsunami numa ilha distante, a batalha pela unificação da Língua carregou um pedaço do meu tão adorado ditongo aberto. Caramba, era tão fácil pra mim e para o Antonio Gomes, meu amigo mais fraquinho da classe. E pra piorar, ficou ainda mais difícil agora falar sobre o ditongo aberto. Os generais da Guerra contaram que o tão amigável ditongo aberto está na UTI, pois sobrevive de uma regra em que diz que ele só faleceu para palavras paroxítonas. Isso quer dizer que ele foi cortado em pedaços, e umas partes dele sobrevive nas palavras oxítonas terminadas em éis, éu, éus, ói, óis. Eu protesto! Quero meu ditongo aberto de volta, em todas as palavras onde ele continuaria existindo. Não tem sentido algum cortar as pernas de um rapaz tão saudável assim. Ele ficou capenga, incompleto…

Para protestar, continuarei achando que a bóia, a estréia, o asteróide e até a Coréia merecem ser acentuadas, pois o ditongo aberto talvez seja a única regra heróica que minha idéia apóia nessa geléia paranóica que é a odisséia da nossa Língua Portuguesa. Não é mesmo platéia?

Escrito por Sandro Paveloski

7 07UTC Fevereiro 07UTC 2009 em 4:12 pm

Quickie – O que é o Twitter?

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Enquanto isso, num encontro entre professor (eu) e um aluno…

Baseado em casos reais... baseado no sentido literal da palavra!!!

Baseado em casos reais... baseado no sentido literal da palavra!!!

Escrito por Sandro Paveloski

4 04UTC Fevereiro 04UTC 2009 em 11:03 am

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Quickie – Enquanto isso, na nova Escola Bilíngue de Bauru…

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… O primeiro dia de aula finalmente acontece!!!

R$ 1.500,00 por mês. Com este valor, faço uma poupança e mando minhas filhas fazer intercâmbio... kkkkkkk...

E a prestação: R$ 1.500,00 por mês. Com este valor, faço uma poupança e mando minhas filhas fazer intercâmbio... kkkkkkk...

Escrito por Sandro Paveloski

3 03UTC Fevereiro 03UTC 2009 em 9:52 pm

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Gol: um carro que nunca vou ter!!!

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Gol, um carro de bosta que está na quinta geração graças aos idiotas brasileiros que gostam de pagar uma fortuna por um carro porcaria, de uma montadora que acha que tapete é opcional, assim como já achou que retrovisor do lado direito era luxo! Tô fora!!!

Gol, um carro de bosta que está na quinta geração graças aos idiotas brasileiros que gostam de pagar uma fortuna por um carro porcaria, de uma montadora que acha que tapete é opcional, assim como já achou que retrovisor do lado direito era luxo! Tô fora!!!

Estes dias, estava lembrando do meu primeiro carro zero. Foi um Gol, um Gol Bola, n ão sei de qual geração. Aliás, prefiro nem lembrar de que geração o carro era porque, apesar de ter vendido bem, tenho que declarar: odeio o VW GOL. Mas a história tem um porquê. Quando fui lá na concessionária tirar meu carro, tinha acabado de ser contemplado no consórcio. Putz, fui empolgado, afinal, contemplado quer dizer que iria pagar a porcaria do carro à vista. Não tinham o carro pronta entrega! Tudo bem, frustração 1. Mas, como não estava acostumado, e achava que comprar carro é igual comprar batata no mercadinho da esquina, fui conformado por uns amigos.

Mas a frustração 2 é pior: chegou o Golzão bola, lindão, cor de vinho. Olhei dentro e cadê o tapete? O vendedor diz: “tapete é opcional”. Hahahaha! Tapete é opcional? Vai de fuder, só mesmo neste país de merda é que tapete de carro é opcional. Até aí, já nervoso, falei com o vendedor: “rapaz, estou comprando o carro a vista, o tapete custa no máximo cinquentão, veja um jogo pra mim de brinde”. “Peraí que vou falar com o gerente”, disse ele. Voltou, má notícia! Apesar de eu estar lá, comprando a p… do carro á vista, o gerente disse que não tinha ordem da matriz da pqp para dar o tapete.

Saí de lá puto da vida, mas com o carro novinho. Com tanta coisa ruim que o vendedor deve ter jogado no carro, praga atrás de praga, só saí quando o dito cujo estava devidamente segurado, ou melhor, no Seguro, ok? Dois dias depois, rodando com o carro, barulho insuportável na suspensão. Pensei – ôba! carro novo tem garantia, vou lá arrumar esse troço. O mesmo vendedor veio, mandou meu carro pra oficina e voltaram com uma história que iriam “encapar as molas” e que só ficaria pronto no outro dia. A vontade é de mandá-lo encapar as molas da mãe dele, mas como sou um rapaz educado, fino, quase um lorde, fui pra casa… resignado, mas fui.

Frustração 3 – voltei para pegar o carro na concessionária. O vendedor, sorridente, disse: seu carro está pronto, saiu o barulho, encapamos as molas… Falei – legal, fui lá, assinei o documento da garantia e do lado, uma nota: mangueira – 3 metros, 30 reais. Perguntei o que era aquilo. O cara d epau do fdp do vendedor me disse – a mão de obra tá na garantia, mas encapar molas não é um serviço coberto por garantia e você tem que pagar o material. Claro que questionei que ralhos de mangueira era aquela. Minha surpresa – mangueira normal, essas de jardim. Puta que pariu – os caras colocaram mangueira de jardim nas molas do meu carro zero, por causa de um defeito da porcaria da Volkswagen e eu tenho que pagar a mangueira. Resulta disso tudo…

Daquele dia em diante, disse a mim mesmo – nunca mais compro essa merda de carro da Volkswagen. E faz uma década que isso acontece. Pior, quando tivesse oportunidade, iria falar MUITO MAL da Volkswagen. E é o que vou fazer num próximo post… A vingança é um prato que se come frio, diz o ditado. Aqui, além de frio ele está apodrecido, decomposto, virou cinzas. Mas como sou escorpiano e não esqueço fácil… chegou a hora!!!

Escrito por Sandro Paveloski

3 03UTC Fevereiro 03UTC 2009 em 7:29 pm

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O computador de Maysa

com 2 comentários

A telinha que passa o capitulo com a Maysa falando de computador é esta aqui, ok? Mas é preciso clicar e ir lá no Multiply!

A telinha que passa o capítulo com a Maysa falando de computador é esta aqui, ok? Mas é preciso clicar e ir lá no Multiply!

Essa foi minha mãe quem descobriu. No primeiro capítulo da minissérie Maysa, a cantora conversa com o pai sobre ir para a casa de Maricá. O pai dá conselhos e ela diz que não é programada como computador. Notou algo errado? Se não notou, vamos lá: segundo a Wikipédia, “até o final dos anos 70, reinavam absolutos os mainframes, computadores enormes, trancados em salas refrigeradas e operados apenas por alguns poucos privilegiados. Apenas grandes empresas e bancos podiam investir alguns milhões de dólares para tornar mais eficientes alguns processos internos e o fluxo de informações”.  E segundo a história, Maysa morreu no dia  22 de Janeiro de 1977. Assim, dificilmente Maysa era uma usuária de computador e a gíria poderia ser usada. Ela diz – “não sou programada como computador”. Foi furo de roteiro? Maysa era mesmo uma conhecedora dos computadores da época? Eu sou chato e estou enchendo o saco do meu leitor? Sei lá, o que importa é que quem encontrou essa gafe foi minha mãe e eu adoro mamãe… huaaaa!

Se quiser assistir ao capítulo, CLIQUE AQUI. Está no Multiply e esse papo acontece aproximadamente aos 9 minutos da primeira parte do Capítulo 1, ok? Tchau!!!

SANDRO

Escrito por Sandro Paveloski

19 19UTC Janeiro 19UTC 2009 em 10:50 am

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Um som muito bom!

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Gosto mesmo é de heavy metal. Mas de vez em quando eu fico alucinado por uma música e procuro até achar. Esta é uma delas. Pensei que era a Neneh Cherry (alguém aí já ouviu falar?). Mas era a banda Hooverphonic. Esta é a tal da música. O vídeo é muito louco e a voz da Geike Arnaert é demais.

Escrito por Sandro Paveloski

13 13UTC Janeiro 13UTC 2009 em 5:07 pm

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Quem são os TOP 10 do Twitter no Brasil?

com 3 comentários

Por causa de dois posts que li hoje sobre o Twitter Grader (http://twitter.grader.com/), resolvi conferir com uma busca que são os Twitteiros melhor graduados nesta ferramenta. Eis aí a lista do TOP 10 Brasil. O número 11, Maestro Billy eu coloquei por minha conta porque gosto das tuitadas dele e do que oferece ao mundo virtual. Importantíssimo: esta graduação é de hoje, amanhã, só Deus sabe!

SANDRO

Os 10 tuiteiros mais graduados do Brasil, segundo o Twitter Grader

Os 10 tuiteiros mais graduados do Brasil, segundo o Twitter Grader

Escrito por Sandro Paveloski

28 28UTC Dezembro 28UTC 2008 em 10:52 am

Itaú – até hoje, pra mim, a PIOR relação CUSTO – benefício

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Eu e o Itaú precisamos discutir nossa relação. Nosso lápis está desequilibrado assim...

Eu e o Itaú precisamos discutir nossa relação. Nosso lápis está desequilibrado assim...

Estes dias, cheguei a uma Caixa Eletrônico do Itaú, todo laranja, e fui fazer um saque na minha conta sem fundo (pra variar, virou rotina…). Aí, antes de me dar dinheiro e aquele aviso de que o saque era do meu limite de crédito, o Itaú me deu um presente – uma apresentação eletrônica comemorando nossos 15 anos de casamento. Fiquei emocionado… DE RAIVA!

Lembrei do esforço absurdo e das noites maldormidas estudando Marketing. Lembrei também das aulas aos sábados naquela pós-graduação e tudo o que aprendi e ensino aos meus alunos. E me senti uma ameba, uma bactéria ou qualquer ser unicelular. Tudo o que é acreditava sobre Marketing é uma grande MENTIRA.

O que o Itaú me deu até hoje? Nada, absolutamente nada. Segurança? Não! Seguro, prêmios, milhas no cartão? Não, nada. Nunca ganhei uma promoção, um agrado. Aliás, ganhei sim: um puxão de orelha da minha gerente quando estourei demais a minha conta. E o que eu fiz pelo Itaú – paguei, paguei e paguei. As taxas quase que mais altas do mercado, juros de tirar o couro, os mais altos do mundo.

E o banco só dá lucro, superávit. Meu cartão de crédito, por exemplo, com todo cuidado com que é guardado, está vencendo de velho, com a bandeira do VISA quase apagando. O código de segurança atrás já apagou, e só é visto porque um garçon de um boteco anotou num papelzinho e colocou atrás com durex. E o Itaú enviou um novo? Não! Também, eu não pedi. Mas precisava pedir?

Está na hora de a gente cansar dos bancos e fazer algo. Sei lá,. Fechar conta, fazer greve de cliente… Isso, bancário não faz greve? Vamos fazer a primeira greve de clientes bancários do Brasil. Enviem suas sugestões para a pauta de reivindicações!

Escrito por Sandro Paveloski

23 23UTC Dezembro 23UTC 2008 em 4:15 pm

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